Aprenda a fazer agora a oferenda para Xangô abrir caminhos

O Orixá que representa a justiça pode abrir seus caminhos para que tudo aquilo no qual você trabalha com tanta dedicação seja facilitado. Seja em qual área for, nada melhor do que contar com uma ajudinha de Xangô para facilitar sua vida, não é? Por isso, nós do tears-in-heaven estamos trazendo uma poderosa maneira de conquistar aquilo que você quer. Confira agora a oferenda para Xangô abrir caminhos!

Ebó para Xangô

A oferenda para Xangô abrir caminhos é o ebó.

Um ebó nada mais é do que uma série de rituais feitos pelo pai ou mãe de santo para corrigir injustiças na vida de uma pessoa, em quaisquer áreas de sua vida. Esse é um trabalho que proporciona proteção e justiça, sem fazer mal ao próximo, ainda que isso possa ser desejado por alguém.

Tal fato se dá porque o senhor dos raios e trovões é justo e não tolera mentiras ou desonestidades. Com isso, abrem-se os caminhos para que o futuro possa ser clareado nos próximos tempos.

Para fazer tal oferenda para Xangô abrir caminhos, vai precisar dos seguintes ingredientes:

  • 1 dúzia de bananas;
  • 1 cerveja preta;
  • 6 charutos;
  • 3 cravos brancos;
  • 3 cravos vermelhos;
  • 6 velas marrons;
  • 1 folha de papel de seda marrom;
  • 1 folha de papel de seda branca;
  • 1 caixa de fósforos;
  • Mel.

Todos os ingredientes devem ser novos, principalmente os fósforos. Vá a uma pedreira e sobre uma pedra arrume as duas folhas de papel manteiga no mesmo formato de duas toalhas sobrepostas, e disponha os ingredientes de maneira harmoniosa. Despeje o mel por cima de todos os elementos. Enquanto prepara a oferenda faça uma Oração a Xangô, fazendo seus pedidos, e já agradecendo pelo atendimento destes.

Quem é Xangô?

Um dos Orixás mais populares no Brasil, Xangô preza pela justiça e pelo fogo. Também conhecido como Sangó, tem o charme e a sensualidade como algumas de suas características. Tanto é por isso que teve três esposas: Iansã, Oxum e Obá.

Ainda que tenha fama por sua ação repressiva e autoritária, o discernimento do bem e do mal está em sua personalidade. Nela, o sentimento de derrota é algo que não existe.

Suas principais armas são os raios e trovões. É com eles que envia castigo para quem age de forma contrária a seus princípios de justiça. As grandes cargas elétricas e o poder do fogo são seu castigo aos injustos.

O poder é seu prazer. Por ele, Xangô nasce e morre. Xangô manda nos poderosos, manda em seu reino e nos reinos vizinhos. Xangô é o rei dos reis. Ainda que não haja uma hierarquia entre os Orixás, Xangô é o rei dos Orixás. Com exceção de Oxalá, o patriarca do Candomblé e Orixá mais velho dentre todos, nenhum deles possui mais axé que o outro.

Ainda assim, se for necessário falar de um único Orixá como o todo-poderoso, certamente este será Xangô. Ele não aceita contestação e todos reconhecem seu poder. O trono de Oyó é seu por direito, pois seu pai foi o fundador da cidade.

Xangô soube inspirar responsabilidade a seus súditos e sempre tomou as decisões mais sábias e inteligentes, até por ter um senso de justiça bem apurado. Xangô é viril e potente, violento e justiceiro, castiga os mentirosos, os ladrões e os malfeitores.

Por que fazer a oferenda para Xangô abrir caminhos?

No jogo de búzios, Xangô é identificado pelos odús Obará e Ejilaxebora. Foi Xangô quem criou o culto de Egungun e ele é o único Orixá que exerce poder sobre os mortos. Quando manifestado no Candomblé, não pode faltar em sua roupa algo como saias curtas de cores variadas e fortes, representando as vestes dos Eguns. Sua cor favorita é o vermelho.

E se Oxóssi é o rei da nação de Queto, Xangô é o rei de todo o povo ioruba. Sua autoridade vem do fato de ter sido um grande rei que uniu um povo e criou o culto de Egungum.

O nome das pedras de raio lançadas por Xangô são os Edun Ará. Segundo a tradição, elas são profundamente enterradas no local onde o solo foi atingido e colocadas sobre um pilão de madeira esculpido, o odô. Este é consagrado a Xangô, já que as pedras são emanações do Orixá e emanam seu axé e poder. Nos rituais, o sangue dos animais sacrificados é derramado sobre essas os Edun Ará para dar força e potência.

A Xangô também é oferecido o Amalá uma iguaria feita de com farinha de inhame regada com um molho feito com quiabos e rabada bovina. Não se pode oferecer a Xangô feijões brancos. Seu emblema é um duplo machado, conhecido como Oxê. Seus iniciados o seguram na mão quando estão em transe, bem como um chocalho de nome Xeré, feito de uma cabeça alongada, contendo pequenos grãos, sacudido em honra a Xangô.

As cores preferidas de Xangô são o branco, marrom e vermelho. O dia preferencial para suas oferendas é a quarta-feira, dia de maior vibração de Xangô.

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